André Toral

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Sobre o Autor

Formação

Paulistano, 52 anos, graduado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em Antropologia Social pelo Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e doutor em História pelo Departamento de História (FFLCH/ USP). Atualmente é professor de Estética e História da Arte nas Faculdades de Artes Plásticas e de Comunicações da Fundação Armando Álvares Penteado em São Paulo. Publica e pesquisa nas áreas de história da arte e antropologia. Sua dissertação de mestrado é sobre religião e organização social dos povos de língua Karajá; sua tese de doutorado é sobre a iconografia da guerra do Paraguai e foi publicada com o título de “Imagens em desordem” (editora Humanitas/ FFLCH-USP, 2001).

demarcação da Terra Indígena Inywébohona (TO), 1998

Suas primeiras histórias em quadrinhos foram publicadas a partir de 1986 pela revista Animal. Já publicou também nas revistas Circo, Lúcifer e Chiclete com Banana entre outras. Em 1988 publica sua primeira graphic-novel, O Negócio de Sertão; em 1999 sua segunda graphic novel: Adeus, chamigo brasileiro. Uma história da guerra do Paraguai (Cia. das Letras, republicada em 2008). Essas graphic novel receberam o prêmio HQ Mix nos anos em que foram publicadas. Em 2009 publicou “Os brasileiros” (ed. Conrad). Desde julho de 2009 publica mensalmente duas páginas na revista “Brasileiros”.

Trabalha também como consultor na área de antropologia aplicada desde 1978. Já ocupou cargos de confiança na FUNAI e já deu consultoria para o Ministério Público, organizações religiosas e laicas que trabalham com grupos indígenas do vale do Araguaia, como Karajá, Javaé, Avá-Canoeiro e Tapirapé. Já atuou também como consultor na área de educação indígena. Casado, atualmente vive em São Paulo.

Textos

demarcação da Terra Indígena cacique Fontoura (MT), 2001

Sociedade e Cosmologia Karajá
Dissertação de mestrado em Antropologia Social
(Museu Nacional - UFRJ 1992). Texto integral em PDF

A imagem distorcida da Fotografia.
Revista eletrônica de DezenoveVinte. Vol IV, no. 1, janeiro de 2009.
ISSN 1981 030X.
http://www.dezenovevinte.net/artistas/vm_toral.htm

Imagens em Desordem- a iconografia da Guerra do Paraguai
(Humanitas FFLCH/ USP, 2001).

Arte e Sociedade no Brasil.
Editora Callis, 2005, SP, 3 volumes, co- autoria com Aracy A. Amaral.

As imagens da guerra do Paraguai
in História: Guerra e Paz/ XXIII Simpósio Nacional de História- ANPUH- Londrina, Paraná 2007.

La participación de los negros esclavos en la guerra del Paraguay
in Les Guerres du Paraguay aux XIXe. Et Xxe. Siècles – Actes du colloque international Le Paraguay à l´ombre de ses guerres - CoLibris, Paris 2007.

Las imágenes de la guerra del Paraguay
in Les Guerres du Paraguay aux XIXe. et Xxe. Siècles – Actes du colloque international Le Paraguay à l´ombre de ses guerres - CoLibris, Paris 2007.

Afinal as malas de Tulse Luper são modernas ou contemporâneas ? (Comentários sobre a exposição de Peter Greenaway)
in Arquitextos no. 091- 2007.Periódico mensal de textos de arquitetura- Portal Vitruvius- www.vitruvius.com.br.
http://www.vitruvius.com.br:80/revistas/read/arquitextos/08.091/180

Caminhando só: comentários sobre o filme "Serra da desordem" (2006), de Andrea Tonacci in FACOM.
Revista da Faculdade de Comunicação da FAAP- No. 17- 1o. semestre de 2007. ISSN 1676- 82221

"Entre retratos e cadáveres: a fotografia na guerra do Paraguai"
in Revista Brasileira de História. Rev. bras. Hist. vol.19 n.38 São Paulo 1999 ISSN 0102-0188.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-01881999000200012

No limbo acadêmico: comentários sobre a exposição “Almenda Júnior- um criador de imaginários”.
Ars. Publicação do Programa de Pós- Graduação em Artes Visuais. Departamento de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Vol. 5, no. 10 (2o. semestre de 2007). São Paulo, 2008.ISSN 1678-5320

"A participação dos negros escravos na guerra do Paraguai".
Estudos Avançados. vol.9 no.24 São Paulo Maio – Agosto de 1995. ISSN 0103-4014
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-40141995000200015&script=sci_arttext

Imagens em desordem.
Folha de São Paulo. Folha on Line.
http://www1.folha.uol.com.br/fol/brasil500/histpar_4.htm

HQ

detalhe de "O caso dos Xis", 1994

Curtas e Escabrosas
Devir Editora , São Paulo, 2011.

Os Brasileiros.
Conrad Editora do Brasil, São Paulo, 2009

O Chapa
in Revista Brasileiros no 37, agosto de 2010

Sensação de Dever Cumprido
in Revista Brasileiros no 36, julho de 2010

O Fim da Família Ikebele
in Revista Brasileiros no 35, junho de 2010

Paulão, Motoboy
in Revista Brasileiros no 34 , maio de 2010

O Grande Curador
in Revista Brasileiros no 33, abril de 2010

A Revolução dos Paulistas
in Revista Brasileiros no 32, março de 2010

O que Exatamente Faz uma Nação?
in Revista Brasileiros no 31, fevereiro de 2010

O Fim da História
in Revista Brasileiros no 30, janeiro de 2010

Unterseeboot 507
in Revista Brasileiros no 29, dezembro de 2009

A Parada
in Revista Brasileiros no 28, novembro de 2009

O Alemão
in Revista Brasileiros no 27, outubro de 2009

O País que Não Foi
in Revista Brasileiros no 26, setembro de 2009

Globalização
in Revista Brasileiros no. 25, São Paulo, agosto de 2009

Como é que é?
in Revista Brasileiros no. 24, São Paulo, julho de 2009

Adeus, Chamigo Brasileiro. Uma História da Guerra do Paraguai.
Companhia das Letras, São Paulo, 1999. 1a republicação 2008.

Guerras de Vingança-Escravidão Indígena
Instalação (in Exposição “Terra Paulista” - dezembro de 2005 no Sesc Pompéia SP).

Furukawa, o Herói (republicação).
Seleções Banda Desenhada, 2ª série, no. 17, Lisboa, Portugal, março de 2000.

A Fantasia do Gambá.
Cyber Comix no. 1. Editora Bookmakers, São Paulo, maio de 1998.

Um Punhado de Dólares,
Lúcifer 2, Circo Editora, São Paulo, março-abril de 1995.

Piratas ! Dragon 7.
Editora Abril Jovem, São Paulo, novembro de 1995.

Amazonia.
O Estado de São Paulo, 29.08.96. Caderno ZAP.

O Caso dos Xis (1a. parte),
General 4, ACME Editora, São Paulo, 1994.

O Caso dos Xis (2a. parte),
General 5, ACME Editora, São Paulo, 1994.

Puta.
Lúcifer 1, Circo Editora, São Paulo, novembro-dezembro 1994.

O Negócio do Sertão. Como Descolar uma Grana no Século XVII.
Graphic novel/ edição especial da editora Dealer, São Paulo 1992.

O Primeiro Homem na Terra,
revista Mil Perigos 1, Editora Dealer, São Paulo, 1991.

O Filho da Puta,
Animal 19, VHC Editorial, São Paulo, julho de 1991.

Pesadelos Paraguaios I.
Revista Animal 8, VHC Editorial, São Paulo, 1986.

Pesadelos Paraguaios II.
Revista Animal 9, VHC Editorial, São Paulo, 1987.

Pesadelos Paraguaios III.
Revista Animal 11, VHC Editorial, São Paulo, 1988.

Furukawa, o Herói,
Animal 12, VHC Editorial, São Paulo, setembro 1990.

A Integridade,
Animal 14, VHC Editorial, São Paulo, novembro de 1990.

O Carrasco da Moóca,
revista Chiclete com Banana 24. Circo Editora, São Paulo, 1990 (republicado em 1993).

Entrevistas

Posto Indígena Avá- Canoeiros (GO), 1985

Entrevista Blog de quadrinhos de Paulo Ramos na UOL
http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br/arch2009-04-01_2009-04-30.html

Entrevista, "Sedentário":
http://www.sedentario.org/hq/conheca-os-brasileiros-de-andre-toral-16095

Entrevista, "Quadrinhos ao quadrado":
http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2008/03/entrevista-com-andr-toral.html

Entrevista, "Território Eldorado":
http://www.territorioeldorado.limao.com.br/noticias/not3995.shtm

Os quadrinhos de A. T., pesquisa de alunos da Escola de comunicações e Artes da USP
http://www.eca.usp.br/agaque/agaque/ano2/numero3/artigosn3_1v2.htm

Ensaio no site português Quarto de Jade sobre "Os brasileiros":
http://quartodejade.wordpress.com/2010/04/13/os-brasileiros-uma-bd-de-andre-toral

Trabalhos Recentes em Ilustração

Indicação para pintura corporal alto xinguana, 2010.

Em julho de 2010 fui convidado pela produtora O2 a dar uma consultoria na realização do filme Xingu, dirigido por Cao Hamburguer e em fase de filmagem no Tocantins e Mato Grosso. Trabalhei com a Anna Van Steen, que dirigia a equipe de maquiagem. O filme aborda a vida dos irmãos Villas Boas e a sua luta pelo Parque Indígena do Xingu. Meu trabalho foi o de indicar que tipo de pintura corporal os índios deveriam usar ao longo do filme. Apesar de nunca ter pisado no rio Xingu, pois pesquisei entre os Karajá e Tapirapé do vizinho Araguaia, sempre me interessei sobre pintura corporal e já publiquei sobre o assunto. Li muito, pesquisei, vi muitas fotos. As pranchas a seguir são as indicações de pintura corporal a ser usada pelos atores em cada uma das cenas. São desenhos, com lápis e aquarela, baseados nas referencias que consegui.

No link a seguir a Anna Van Steen fala sobre as filmagens e o trabalho de maquiagem
http://cinema.uol.com.br/ultnot/multi/2010/07/29/0402193172DCC173A6.jhtm?making-of-do-filme-xingu-0402193172DCC173A6

Consultoria para o filme Xingu
http://cinema.uol.com.br/videos